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Balas tradicionais personalizadas: o clássico que leva sua marca de mão em mão
O produto mais pedido do catálogo, em treze sabores. Funciona no balcão da farmácia, na recepção da clínica e na sacola da loja com o mesmo resultado.
Uma leitura por linha do catálogo: para quem funciona, em que acabamento sai melhor e o que a ficha técnica diz antes de você pedir.

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O produto mais pedido do catálogo, em treze sabores. Funciona no balcão da farmácia, na recepção da clínica e na sacola da loja com o mesmo resultado.

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A bala dura dissolve. A mastigável fica. E enquanto ela fica, a embalagem continua na mão da pessoa, com a sua marca virada para cima.

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A atendente oferece a balinha e a pessoa responde que não pode. É um encontro perdido, e em alguns negócios ele se repete o dia inteiro.

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Todo brinde comestível é pequeno. O pirulito é o que menos parece, e é o único que a pessoa segura por vários minutos enquanto consome.

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Depois de uma refeição ou no fim de uma reunião, oferecer um doce açucarado não é bem o que a ocasião pede. É onde o drops de menta resolve melhor.

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Uma bala some em dois minutos. Um chiclete acompanha a pessoa por meia hora, e durante todo esse tempo ela associa o sabor a quem deu.

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Enquanto a bala é o produto do dia a dia, a goma tem cara de guloseima. Quem recebe percebe como algo um pouco mais especial.

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A bala é cortesia. O chocolate é presente. Quem recebe entende essa diferença sem que ninguém precise explicar.

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Bala é cortesia de saída. Biscoito é o que acompanha alguém sentado, esperando ou trabalhando. Ele fica ali por mais tempo, e a embalagem também.

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Ela carrega interior, festa junina, casa de avó, quitanda. Nenhum brinde importado consegue esse tipo de associação.

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Em um corredor de feira, dez estandes oferecem bala. Um oferece amendoim. Adivinha qual as pessoas comentam.